“A estupenda transformação social que está acontecendo agora na America – o desprezo pela tradição, a destruição das instituições ordenadas, a normalização do anormal, em resumo, o estabelecimento de uma nova era e cultura de perversidade polimorfa – não tem acontecido por acidente. É o resultado de uma estratégia abrangente cuja intenção é mudar a maneira como as pessoas pensam em cada aspecto imaginável” (Albert Mohler – Desejo e Engano – O Verdadeiro Preço da Nova Tolerancia Sexual- Editora Fiel Pagina 127)
Os fundamentos conceituais da
ideologia de gênero remontam, em certa medida, ao pensamento de Karl Marx,
conforme delineado na obra "A Origem da Família, da Propriedade Privada e
do Estado". É importante notar que o texto foi concluído e publicado por
Friedrich Engels após o falecimento de Marx, baseando-se nas notas e nas
deduções de Lewis Henry Morgan, autor de "Ancient Society". Nesse
estudo, a estrutura familiar é analisada sob a perspectiva de uma suposta
libertação sexual primordial. A obra argumenta que, nas sociedades primitivas,
não existiam modelos familiares consolidados, prevalecendo, em contrapartida,
uma organização social caracterizada pela ausência de restrições morais ou
normativas nas relações sexuais.
Os homens mantinham relações sexuais com todas as mulheres da tribo,
estabelecendo-se, assim, um sistema no qual a paternidade dos filhos permanecia
desconhecida.
Dentro dessa estrutura, na ausência do modelo de família tradicional, as
crianças eram criadas pelo grupo ou pela tribo em sua totalidade, e não
exclusivamente por um pai e uma mãe, como concebemos atualmente.
Para Karl Marx, nas sociedades
primitivas, prevaleciam a igualdade e a justiça, sendo a comunidade — que ele
identifica como o ente responsável pela educação dos indivíduos — o núcleo
regulador. Com base nesses estudos, Marx infere que, ao apropriar-se de
demarcações territoriais decorrentes do advento da agricultura, o homem passou
a necessitar de um mecanismo para transferir os frutos do seu trabalho aos seus
descendentes, o que instituiu o princípio do matrimônio. Estabelecidas as
fronteiras e a estrutura familiar, a mulher passou a ser considerada uma
propriedade do homem. Marx deduz, portanto, que a propriedade privada é um
desdobramento do matrimônio; em sua análise, este constitui o pilar do
patrimônio. Sob essa ótica, o filósofo alemão defende que, para alcançar uma
revolução eficaz e profunda, que ataque a essência do problema, seria
necessário abolir as raízes da propriedade privada: o matrimônio e a família
tradicional. Marx foi igualmente influenciado pelo filósofo Karl Korsch, cujas
ideias sustentavam que, para a concretização de uma revolução que promovesse
uma transformação profunda na sociedade e viabilizasse a implementação dos
ideais comunistas, seria necessário desmantelar as subculturas vigentes.
Segundo essa perspectiva, a superação de velhos paradigmas era uma condição
indispensável para a instauração de uma nova ordem social, visão esta que
fundamentou o pensamento marxista.
Posteriormente, Max Horkheimer, um dos
fundadores da Escola de Frankfurt, publicou o ensaio "Autoridade e
Família". Nessa obra, alinhando-se às perspectivas de Marx e Korsch, o
autor demonstra que a autoridade patriarcal e a acumulação de bens originam-se
no núcleo familiar. Segundo essa premissa, o desmantelamento da propriedade
privada exigiria, previamente, a desestruturação da unidade familiar, apontada
como a gênese e o sustentáculo da aristocracia capitalista. Com o passar do
tempo, as ideias evoluem. Muitos marxistas seguiram caminhos distintos das
orientações contidas nas últimas obras de Marx, priorizando revoluções armadas
e focando na disputa pelo poder econômico estatal. É inegável que, em escritos
anteriores — notadamente no “Manifesto do Partido Comunista” —, Marx indicara o
fim da ditadura do proletariado como o caminho para a transição ao comunismo.
Contudo, uma parcela do pensamento marxista passou a interpretar os escritos
tardios do autor como uma estratégia voltada à subversão da unidade familiar e
à desintegração dos valores morais ocidentais. É possível observar, na
contemporaneidade, a progressiva erosão dessas bases, frequentemente de forma
sutil e infiltrada. As estruturas fundamentais da civilização ocidental
encontram-se sob um desgaste contínuo que, na ausência de uma reação
articulada, pode levar ao colapso definitivo desses pilares sociais. É preciso
compreender que, em sua essência, o pensamento marxista e as ideologias dele
derivadas manifestam-se como uma oposição direta à ordem estabelecida por Deus,
cujo pilar primordial é a família. Sob essa perspectiva, a atuação de Karl Marx
e de seus seguidores é interpretada como um instrumento de corrupção dessa
instituição basilar. O intuito seria minar a estrutura familiar e abolir o
casamento para instaurar um estado de profunda liberdade sexual, visando,
assim, a uma libertação plena para a humanidade. A partir das premissas estabelecidas por Karl
Marx, a história é interpretada como um processo de evolução contínua. Sob essa
ótica, as correntes marxistas passaram a integrar o impulso em direção à
sexualidade e à emancipação feminina como elementos centrais de sua agenda.
Kate Millett foi uma das pioneiras na busca por visibilidade a essa causa,
consolidando em seu manifesto, "Política Sexual", a defesa de uma
liberdade sexual radical para as mulheres. Na obra, a autora descreve o que
seria a vida sexual em uma sociedade socialista idealizada; contudo, o livro
não obteve recepção positiva na academia nem na sociedade em geral. O texto foi
interpretado menos como um tratado filosófico-político e mais como um manifesto
voltado a fomentar a revolução sexual pretendida pelos marxistas, valendo-se do
feminismo ainda em formação. A obra funcionou, em essência, como uma
reafirmação feminista das teses de Wilhelm Reich que, em 1936, já havia
estabelecido os fundamentos para o rompimento com a estrutura familiar
tradicional e a desconstrução da moralidade sexual judaico-cristã. Ao examinarmos minuciosamente os ensinamentos
do apóstolo Paulo no Novo Testamento, constatamos que a restrição ao matrimônio
é diretamente associada à influência de forças demoníacas, conforme se
depreende da leitura de 1 Timóteo 4:1-3. Sob essa perspectiva, é possível
identificar uma dimensão espiritual subjacente às filosofias socialista e
comunista. (Defensores de ideologia de gênero e feminismo então sempre
alinhados a partidos políticos de esquerda) Os indivíduos mencionados, ao
articularem a ideologia socialista e investirem contra os valores
judaico-cristãos, atuam, essencialmente, como agentes que disseminam propósitos
contrários à ordem divina. Tal atuação visa desestabilizar os alicerces
estabelecidos por Deus para a preservação de uma sociedade moralmente íntegra e
espiritualmente sólida. Outras figuras femininas passaram a integrar esse
cenário. Shulamith Firestone foi a primeira a elaborar um ensaio que angariou
seguidores e defensores desta vertente marxista. Socióloga e filósofa, propôs,
em sua obra "A Dialética do Sexo", a dissolução de todo sistema
familiar tradicional. Firestone insurgiu-se contra o pudor sexual vigente, o
qual classificava como um mecanismo de opressão feminina. Para a autora, a mulher
era subjugada por uma condição biológica intrínseca: o seu próprio aparelho
reprodutor. Defendia que, ao desvincular a mulher da função socialmente imposta
de reprodutora, seria possível extinguir a unidade familiar tradicional e,
consequentemente, alcançar um estágio de liberdade absoluta, vislumbrado por
ela como um paraíso socialista. Em sua obra, Shulamith aborda a necessidade de
um ataque multifacetado à estrutura familiar, questionando os pilares sobre os
quais ela se sustenta, notadamente a reprodução biológica pelas mulheres e seus
desdobramentos. A autora argumenta que a eliminação da dependência física das
mulheres e das crianças seria um passo determinante para a dissolução da
família, entidade que, segundo ela, fomenta a psicologia do poder. Contudo, Shulamith
ressalta que o processo de superação dessa instituição deve ser ainda mais
profundo. Ademais, em seu ensaio filosófico, Shulamith discorreu sobre a
liberdade das mulheres e das crianças, defendendo a autonomia na expressão da
sexualidade, livre de restrições arbitrárias. Contudo, ao analisarmos o cenário
contemporâneo, observamos que a erotização infantil, frequentemente fomentada
pela mídia e pela exposição irrestrita a redes sociais e conteúdos televisivos
— muitas vezes sob a negligência de pais ou responsáveis —, tornou-se uma
realidade alarmante, embora negligenciada. Esse processo de erotização precoce
submete o desenvolvimento das crianças a padrões alheios às suas necessidades,
enquanto a sociedade e as instituições religiosas permanecem quase inertes
quanto a isso. Diante desse cenário, nota-se que valores contrários à proteção
da infância se infiltram no ambiente doméstico, exigindo uma atenção urgente e
vigilante. Existem outras figuras proeminentes, ou, mais precisamente,
ideólogas do feminismo, cujas perspectivas merecem análise crítica. Simone de
Beauvoir é um exemplo central, uma vez que, conforme registrado em suas
próprias obras, estabeleceu como premissa que a família, o mito da maternidade
e o instinto maternal deveriam ser superados. Segundo a autora, a emancipação
feminina estaria intrinsecamente ligada à abolição da instituição familiar e do
matrimônio, condições que ela considerava imprescindíveis para o fim da
opressão das mulheres. Ao analisarmos a fundo este tema, marcado pela
contemporaneidade e por intensas divergências, torna-se evidente que a
estratégia revolucionária abandonou o confronto direto com a estrutura
familiar, especialmente após o insucesso de modelos como o da União Soviética.
As marxistas feministas constataram que a abordagem de ataque frontal era
ineficaz, visto que a sociedade estava profundamente consolidada em seu modelo
familiar e não o abandonaria sob coação externa. Concluiu-se, portanto, que a
transformação social demandaria um processo de infiltração gradual e
doutrinário. Em vez de investidas abruptas, optou-se pela corrosão lenta e
sistemática dos pilares da sociedade, utilizando as próprias instituições como
meios para disseminar novas perspectivas. Assim, a tática de embate externo foi
substituída por uma estratégia de erosão interna, visando à gradual
desconstrução das estruturas sociais vigentes para o alcance de objetivos
ideológicos a longo prazo. Um dos pilares fundamentais das sociedades
distópicas reside na tentativa de reconciliar elementos inerentemente opostos.
Paralelamente, observa-se o exercício de um controle ostensivo, projetado para
manipular o corpo social e moldá-lo conforme uma ideologia preestabelecida.
Nesse contexto, nota-se que, durante a Revolução Bolchevique, a Igreja foi sistematicamente
atacada, com o propósito de erradicar ou reduzir ao mínimo sua influência sobre
a sociedade. O resultado desse processo foi a instauração de um vazio
existencial, que mergulhou a esfera secular em um estado de desordem
psicológica e profundas carências espirituais. Com o colapso da União
Soviética, a Rússia enfrentou um verdadeiro deserto espiritual, evidenciando
que as consequências a longo prazo de uma sociedade privada de religião
revelam-se devastadoras nos âmbitos espiritual, psicológico e emocional. Para
atingir o objetivo almejado de desestruturar a família e o matrimônio, é
necessário promover uma infiltração direta nas três instituições que sustentam
a sociedade ocidental: a igreja, a família e a religião. Atualmente, tais
pilares sofrem um ataque contínuo com o intuito de enfraquecê-los. A
fragilização dessas instituições, notadamente por meio de conceitos
relativistas, torna-as mais vulneráveis à derrocada. Tal princípio, observável
na física, manifesta-se de forma análoga no campo espiritual. É notável,
portanto, a convergência entre o marxismo, o feminismo e a ideologia de gênero,
uma vez que integram um mesmo fenômeno dentro de uma cosmovisão compartilhada.
Seguindo uma estratégia análoga, os teóricos marxistas, alicerçados no pensamento
do filósofo Jacques Derrida e em sua teoria desconstrucionista, promovem uma
complexa instabilidade conceitual em torno do termo "gênero". Segundo
Derrida, a solidez de qualquer discurso é fragilizada ao se desconstruir seus
significados originais por meio de um embate dialético, no qual a contraposição
de termos visa exaurir o conteúdo semântico até a rejeição dos conceitos
preexistentes. Tal processo de desconstrução é complementado pela criação e
disseminação de novos termos, projetados para sustentar e legitimar a referida
estrutura ideológica. É notável que a gênese da desconstrução, enquanto
estratégia para subverter ordens estabelecidas, remonta à serpente no Jardim do
Éden. Ao questionar os preceitos divinos e a proibição imposta a Adão e Eva,
Satanás articulou o primeiro discurso de desconstrução, alterando a semântica
da morte e invertendo os valores fundamentais instituídos pelo Criador. Nada há
de novo sob o sol; as táticas contemporâneas que visam confrontar a Palavra de
Deus não constituem inovações intelectuais, mas sim reflexos de uma inspiração
antiga e nefasta. As sementes da rebelião encontram-se profundamente enraizadas
na natureza humana. Portanto, os cenários observados na atualidade são o
desdobramento contínuo daquela ação primordial, registrada no livro de Gênesis,
que marcou o início da resistência contra a soberania divina.
Consequentemente, observa-se o alinhamento entre a revolução política de
caráter marxista e a revolução sexual, fundamentada em ideologias como a de gênero,
cujo propósito reside na transformação profunda das estruturas sociais. Uma das
principais articuladoras dessa perspectiva é Judith Butler, filósofa
reconhecida como uma das mais influentes teóricas da teoria de gênero. Em sua
obra "Problemas de Gênero", Butler propõe uma interpretação da
sexualidade que desafia as normas tradicionais. Segundo a autora, é necessário
desconstruir toda e qualquer classificação sexual, argumentando que a distinção
entre homens e mulheres não deve ser considerada um dado natural. Para Butler,
a sexualidade é uma construção arbitrária, maleável conforme o contexto
sociocultural e as inclinações individuais. Sob essa ótica, as novas definições
culturais de gênero devem prevalecer sobre os determinantes biológicos.
O argumento de Butler reflete a tentativa contemporânea de moldar o pensamento
coletivo, incluindo o das novas gerações, ao estabelecer que a identidade de
gênero é fruto de construções psicológicas e culturais, dissociando-a de
preceitos religiosos ou bíblicos. Segundo essa perspectiva, a subjetividade e
as inclinações momentâneas, aliadas a convenções sociais, seriam os fatores
determinantes da identidade, reduzindo a natureza sexual a apenas uma entre as
inúmeras possibilidades. Tal abordagem evidencia um relativismo manifesto,
amparado por um pragmatismo que, através de jogos retóricos, aproxima-se de uma
lógica maquiavélica.
Judith Butler foi notável na articulação de sua militância, logrando êxito ao
difundir suas teorias em escala global. Um exemplo de sua influência reside na
incorporação de seus conceitos revolucionários sobre sexualidade nos
"Princípios de Yogyakarta". Este documento estabelece estratégias
para a interpretação e a implementação dos direitos humanos no âmbito da
orientação sexual e da identidade de gênero.
No texto de 2006, que integra as proposições de Butler, o preâmbulo define
"identidade de gênero" como a experiência interna, profunda e
individual de cada pessoa em relação ao seu gênero, a qual pode ou não
corresponder ao sexo atribuído no nascimento. Tal definição abrange a percepção
pessoal do próprio corpo, podendo incluir, por livre escolha, a modificação da
aparência ou das funções corporais por meio de procedimentos médicos,
cirúrgicos ou de outra natureza, além de outras manifestações de gênero, tais
como o modo de vestir-se, a fala e os maneirismos.
A contemporaneidade testemunha a
ascensão da ideologia de gênero, um fenômeno que desafia a compreensão de
conceitos fundamentais ao tentar definir o que, por natureza, é definido.
Trata-se da relativização de princípios sob a égide da subjetividade e da
transitoriedade dos sentimentos individuais, desprovidos de fundamentos
naturais. Seus defensores sustentam que o sexo é subordinado à psique — aos
sentimentos e inclinações mentais —, ignorando a realidade biológica, genética
e factual. Em última análise, tal perspectiva sugere, de maneira imprudente,
uma falha na ordem da criação, negligenciando a distinção sexual estabelecida e
a proteção essencial da infância.
Nesse cenário, observa-se o crescente desprezo
pelos preceitos bíblicos e uma postura omissa por parte de setores da igreja. O
processo de erosão das estruturas familiares, da sociedade e dos valores
judaico-cristãos ocorre de forma sistemática. Esta batalha filosófica revela,
em sua essência, uma guerra espiritual. Conforme o apóstolo João advertiu, o
mundo jaz no maligno; uma realidade cada vez mais evidente, perceptível apenas
para aqueles que permanecem vigilantes, em oposição àqueles que se encontram em
torpor espiritual. Durante os primeiros anos da Revolução Bolchevique
(1917–1920), houve uma tentativa deliberada de desconstruir a instituição do
casamento, minimizando sua relevância social. Naquele momento, o matrimônio foi
reduzido a um rito estritamente civil, facilitou-se o acesso ao divórcio e
legalizou-se o aborto de forma ampla. Contudo, diante do colapso estatal
iminente, Stalin promoveu, na década de 1930, uma mudança drástica de
paradigma: restabeleceu o casamento sob uma perspectiva tradicionalista,
consolidando-o como um pilar fundamental para a estabilidade do Estado.
Atualmente, observa-se uma tendência análoga, na qual a promoção do relativismo
e a desvalorização do matrimônio fomentam uma ambigüidade que, à semelhança do
passado, ameaça conduzir a sociedade a consequências severas. Ao analisarmos
atentamente a Primeira Epístola de João, constatamos que o apóstolo aborda o
problema do gnosticismo, associando-o, no quarto capítulo, ao "espírito do
erro". É notável observar que o gnosticismo reinterpretava o significado
do matrimônio, subestimando sua relevância como instituição e seu valor
teológico-doutrinário, ao ponto de classificar a procriação como um problema de
ordem cósmica.
Diversos grupos gnósticos concebiam a
alma como detentora de aspectos masculino e feminino, buscando um matrimônio
espiritual no indivíduo; simultaneamente, sustentavam que a divindade suprema
era poligenérica — um deus andrógino, invocado tanto como pai quanto como mãe.
Nessa perspectiva, o Deus verdadeiro abrigaria em si dualidades de gênero. Tais
formulações representam, sob uma ótica crítica, primórdios de doutrinas que,
operando por meio do gnosticismo, visaram desconstruir os conceitos
judaico-cristãos de matrimônio, divindade e família. Esse movimento de
desconstrução, longe de cessar, encontra-se atualmente em plena atividade.
“O relativismo moral é a principal característica
de nossa época e requer a pergunta: a civilização sobreviverá? De modo bem
simples, a resposta é não. A civilização não pode sobreviver ao triunfo da era
da perversidade polimorfa, porque a idéia do sexo polimorfo é terrivelmente incompatível
com a própria noção de civilização. A civilização se baseia em ordem, respeito,
habito, costume e instituição – e tudo isso é rejeitado diretamente pela era de
perversidade polimorfa.” (Albert Mohler – Desejo e Engano- Pagina 137 - Editora Fiel)
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